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sábado, 14 de junho de 2014

[Coluna] A imensurável Família Palmeiras


FOTO: Reprodução/BOL
Por Pedro Reinert

O que é a arte de se gritar gol? O que é a sensação única de não conseguir distinguir a beleza de uma bola se perdendo entre fios brancos e uma pintura de Botticelli? A tão graciosa sincronia entre o balançar das redes e a mudança de algarismos no marcador.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

[Coluna] Longe da “quitação”

Foto: Ari Ferreira/Lance!Press
por Rogério Perazolo

E ele voltou. E fazendo barulho. Após quase três anos de muito dinheiro gasto, polêmicas, fofocas, chutes no ar, tweets, baladas, contusões, promessas de mudanças e, bem de vez em quando, um futebolzinho (que ninguém é de ferro...), Jorge Valdivia conseguiu emplacar seis partidas consecutivas pelo Palmeiras (marca que não atingia desde o já longínquo janeiro de 2012). Mesmo assim, alguns gols e lances plasticamente bonitos reacenderam a velha e teimosa chama da esperança naqueles que ainda sonham rever nele o mesmo jogador que se tornou ídolo entre 2006 e 2008.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

[Coluna] Enquanto durar

Foto: Nelson Antoine/ FotoArena/ Gazeta Press
por Dimitrius Pulvirenti

Há pouco mais de três anos, o Palmeiras trazia Jorge Valdivia de volta. Melhor jogador do time que deu fim à fila de oito anos em 2008, o chileno voltava ao clube acompanhado por Kléber e Luís Felipe Scolari. Três anos se passaram e, junto com eles, incontáveis lesões e polêmicas envolvendo o meia e o clube. Passou de potencial ídolo a símbolo da falta de comprometimento, a foco de gozação dos rivais. Fora de campo tantas e tantas vezes, e jogando por intervalos tão curtos, tornou-se quase impossível lembrar de como ele era em campo. Sempre sem ritmo, com jogadores medianos – no melhor dos cenários – ao seu redor, transformou-se, para o senso comum, em um bom jogador que teve seus momentos em um passado longínquo.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

[Coluna] A mágoa com Valdívia explica muito o palmeirense

Foto: Lancenet
Por Felipe Portes

Parece muito fácil explicar por que o palmeirense em geral odeia Valdívia. Ora, ele sempre está machucado, custou caro demais aos cofres do clube desde 2010, quando foi apresentado pela segunda vez e precisou de um bom tempo de adaptação antes de efetivamente jogar. Não é só birra com o chileno, por ele não jogar quase nunca. É muito mais do que isso.